Se eu soubesse por onde terminar, começaria com o coração na mão e irresponsabilidade num conto, tímido, de cristal, que nos anima a fabricar, tergiversar tudo o que não tem sentido separado. Juntar o improvável para dizer... Se ele fosse transparente, seria como deveria ser, e não teríamos mais exigências, teorias ou práticas, seria o cristal transparente que só o branco do olho do cego poderia ver. Então, no meio da clareira, a lápide de cristal foi afixada. "O que escreveremos nela?", alguém perguntou. "Só o nada é infinito". Ao longe escutaram a locomotiva passar e se deram conta de que os que passavam eram eles. Trens. Que incrível essa coisa de trens e coisas, maneirismos complexos. Entretanto, passem-me a paçoca com amor, que o vinho já tá no ponto e orna bem com essa iguaria. Não há nada melhor do que tamanha alegria. Espero apenas verdades e vinhos, em beiras de abismos, contemplo o imenso mar de fantasias. Transcendo tudo.
(criação coletiva de @om3ssa, @enadamais, @marianaeller, @Polzza, @alissondahora, @lavidamacunaima e @miksezaza)
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